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Como foi meu ano de estreia no grupo Aposta de Valor
qui 30 dez/21

Como foi meu ano de estreia no grupo Aposta de Valor


 

E aí, meus amigos. Ano de 2022 chegando, novos ares, novas possibilidades e oportunidades. O ano de 2021 foi a minha estreia nas apostas esportivas. Como vocês devem saber fui trazido pelo Danilo devido ao meu currículo com atletas do UFC. Trabalho com scouting há mais de 8 anos, começando com o campeão do TUF, Warlley Alves.

Como comecei?

A galera pode imaginar que comecei por cima. Como de fato, em parte, é verdade. O mestre Zé Mario Sperry, responsável por me ensinar praticamente tudo que sei, a pessoa que me concedeu esta oportunidade, foi o primeiro a dizer isso.

Mas, até para conhecer o mestre Zé e conseguir seu telefone foram necessários 11 mil twiters e 2 anos tentando a convencê-lo diariamente. E não foi pajeando não. Foram debates acalorados e mais debates, pela manhã, tarde, noite e, pasmem, algumas madrugadas, cujo tema, passava por tudo, incluindo MMA.

Algumas coincidências

Construímos uma amizade, desenvolvi uma planilha de scouting (bem precária), que foi bastante melhorada pelo professor de Excel Romulo, do Senac (outra feliz coincidência). Não fossem esses “caras” e o mestre Camões, que conheci num projeto social em dezembro de 2012, mais o problema de saúde da minha mãe (portadora de esquizofrenia) não estaria trocando essa ideia com vocês. Certamente, seria advogado ou professor universitário. Este era o meu destino certo.

Até que chegasse ao Danilão Corleone, hahaha… Como scouting, aprendi muito e tive a oportunidade de trabalhar com os mais variados graus e níveis de atletas do UFC: Warlley (6 anos), Ronaldo Jacaré, Anderson Silva (três trabalhos), Erick Silva, Amanda Nunes e Joana Jedrzejczyk (por dois anos), Mackenzie Dern (participei de sua vitória contra a Nina), Gabriel Silva, Lyoto, Robert Whittaker (que mereceu até self da Australia, a foto girou o mundo — está no meu Instagram), Rashad Evans, entre outros.

Como surgiu a ideia em trabalhar com apostas esportivas?

Iniciei nas apostas por conta da ideia de um amigo empresário, Gilberto Faria e do preparador físico Santiago Mccarthy. Gilberto mora em Las Vegas, este ficou no telefone comigo por mais de 2 horas, depois da vitória do Warlley sobre o Serginho, tentando me convencer a trabalhar com apostas. Acredite, eu recusei. Não me via com o menor cacoete para as apostas. Mas, como coincidência não existe, em pouco mais de 3 meses, 6 pessoas diferentes me disseram a mesma coisa, até que cheguei no mentor da minha ex noiva, Santiago, que mora em Manhattan. Ele tirou outras 2 horas de seu domingo à tarde para me convencer (nós nunca havíamos conversado) de que deveria largar o scouting e investir meu tempo nas apostas. Ali, eu me rendi.

Primeiro estágio até chegar ao Danilo Pereira

Dali em diante corri atrás de conhecimento e estudei, estudei, estudei e busquei estágio com alguém experiente que pudesse me dar a primeira oportunidade. Foi quando conheci o PedroBet. Ficamos juntos por uns 4 meses testando o método. Em paralelo, ia no YouTube buscando novas referências, até que achei o Danilo Pereira. Gostei de cara da linguagem dele: direita, objetiva e simples. Mais ainda, tudo que dizia em seus vídeos, batia com o que já utilizava e pensava nas minhas análises. Fiquei tão entusiasmado com seus vídeos no YouTube que fiz uma postagem com a sua foto no meu Instagram, o primeiro esboço de uma Fair line. Coincidência ou não, 4 meses depois estava fazendo uma live com o CARA.

De mito aos primeiros reds

Fiz um estágio de 3 meses de experiência, onde fui aprovado com louvor, bati um ROI 7 no Blogabet. Cheguei chegando na equipe com o apelido de mito, muito em função dessa experiencia que já carregava, mais o desenho das picks, que eram bem elaboradas e, claro, os resultados.

Porém, os reds vieram. Tive COVID. Comecei em abril, em maio a doença me acometeu. Vou te dizer que fiquei meio lesado por cerca de 2 a 3 meses, com perda de memória e raciocínio lento, com certo delay.

Pressão nas apostas

Mas não foi apenas isso. A pressão pelo resultado, independente de qualquer coisa, me afetou bastante. Visto que, quando fazia as picks no Blogabet, eu fazia de 3 a 1 pick em moneyline. O que ficava entre 12, às vezes 8 picks no mês. O que para um grupo de apostadores é muito pouco. Foi quando resolvi esticar as unidades, jogando 5, 6, 7 picks na semana. Os reds vinham. E vinham de tudo quanto era lado, mesmo nas semanas conservadoras, levava bomba.

Mercado de Over e Under

Foi aí que tive a ideia de buscar mais unidades no mercado de over e under, pelo UFC. Comecei timidamente nos últimos 6 meses e passei a ser mais assertivo nos últimos 3 meses, exceto o mês de dezembro, que praticamente não apareceram boas oportunidades de over e under, neste mercado estou positivo no ano. Além disso, corri atras de outras ligas: Bellator, LFA, Contender Series, onde obtive um respiro.

Mindset (erro fatal)

No entanto, estava buscando a recuperação no ano, em função dos resultados anteriores do grupo, foi quando comecei a dobrar as unidades e antecipar algumas picks, o que se mostrou não ser a melhor estratégia, principalmente no penúltimo mês. Fundamentalmente com a pick da Miesha x Ketlen Vieira, que foi um desastre completo.

Onde errei?

Bad Run

No decorrer da semana, achei uma oportunidade com o Shayilan Nuerdanbieke x Sean Soriano, uma odd de 3.300. Porém, como era um valor muito alto e estava pensando no ano e não no mês, quis defender essa aposta jogando duas outras após, já imaginando o resultado da luta da Miesha. Resultado: Shayilan venceu, odd mais alta do ano, que me deixaria com ROI 12 no mês, com mais de 20 unidades se tivesse parado ali. Porém, depois deste green vieram uma sequencia de 8 unidades negativas seguidas, com direito a dobra de unidades em cima da Miesha. Essa bad run foi um desastre completo.

Dobrei uma odd justa e levei bomba

Em dezembro, busquei a redenção no mês e estava já de olho no bônus (pela primeira vez, já que Inês já era morta). Como o mês teriam apenas 3 semanas e já estava na segunda, queria me garantir (o que acabou acontecendo no final), mas um red duplo em Geoff Neal x Santiago fez com que fizesse a segunda maior besteira do ano em uma luta de preço justo (não deveria ter entrado), Charles do Bronxs x Justin Poirier. Apostei 5 e advinha? Levei bomba mais uma vez.

Vitória de Pirro (aprendizado)

Minha sorte foi que apareceu a luta entre Melissa Gatto x Sijara Banks pagando 2.8 para Melissa, que não só conhecia, como também meu mestre de wrestling ajudou no camp dela. Fui para o tudo ou nada, visto que o card estava todo ele equilibrado e só essa apareceu como real oportunidade de green, como foi, graças a Deus, no dia do meu aniversário.

É isso, meus amigos. Este foi o meu ano. Muito aprendizado, um pouco chateado pelo resultado, mas muito motivado para estudar (como já estou) e mudar este cenário para o ano que vem.

“O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo”. Winston Churchill

Até até logo, e muito obrigado pela cia de vocês.

 

E para você começar a se preparar, eu separei um material gratuito para você estudar. Então se organize e dedique tempo ao conhecimento:

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